7 tendências para o varejo em 2021: prepare sua loja!

7 tendências para o varejo em 2021: prepare sua loja!

7 tendências para o varejo em 2021: prepare sua loja!

Os avanços da tecnologia e as mudanças na sociedade influenciam diretamente o modo como as pessoas se comportam no comércio. Portanto, se você é lojista ou trabalha com vendas diretamente ao consumidor, não pode ignorar as principais tendências para o varejo a partir de 2021. 

Saiba que elas podem alterar profundamente a forma com que você conduz seus negócios.

Para ajudar você a se atualizar, vamos descrever neste artigo as mais importantes tendências que prometem revolucionar o mercado varejista brasileiro nos próximos meses.

Então ajuste suas antenas, reveja suas estratégias e comece desde já a preparar sua loja para se antecipar à concorrência.

Confira a seguir as 7 principais tendências para o varejo em 2021.

1. Venda multicanal

Cada vez mais, os varejistas precisam entender que o consumidor deseja fazer suas compras quando e onde achar mais conveniente.

A ideia básica por trás desse conceito é garantir que os diferentes canais de atendimento de loja trabalhem de forma integrada para melhorar a experiência do cliente. 

Mas isso vai muito além de você montar um site para a sua loja.

É preciso unificar os esforços online e offline para que ambos trabalhem como parte de uma mesma estratégia. 

Afinal de contas, o mesmo cliente que costuma frequentar sua loja física também pode querer fazer suas compras pelo computador ou pelo celular, principalmente em tempos de isolamento social. 

2. Comércio eletrônico

Com 36% de digital buyers (compradores virtuais) na sua população, o Brasil é o país com maior faturamento no comércio eletrônico na América Latina. 

No ano passado, mais de 7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet e o volume de vendas no e-commerce cresceu 47% apenas no primeiro semestre, segundo dados da Ebit/Nielsen. 

Esses números demonstram que trabalhar com uma plataforma de comércio eletrônico já é algo indispensável para poder atender a essa massa de consumidores e conquistar a liderança no mercado.

Além de ter um site ou aplicativo fácil de usar e bem estruturado, é importante entender que o sucesso no mercado virtual passa também por um bom posicionamento nas buscas online (via Google ou outros buscadores). Portanto, não esqueça de incluir na sua estratégia a otimização para mecanismos de busca (SEO).

A internet também deve ser utilizada para ampliar e facilitar o contato com o cliente. Do e-mail ao WhatsApp, quanto mais opções para que o consumidor possa falar diretamente com a loja, melhor. 

E lembre-se:

Mesmo que o seu modelo de negócios não comporte um site de e-commerce, você ainda pode usar as redes sociais para vender seus produtos e divulgar sua loja.

3. Live shopping e shop streaming

São duas tendências bem semelhantes, que aproveitam o avanço das tecnologias de transmissão de vídeo pela internet para aprimorar a experiência de compra no varejo.

A principal diferença é que o live shopping utiliza vídeos gravados, enquanto o shop streaming é baseado em transmissões ao vivo.

Ambos os modelos são usados para apresentar seu negócio de uma forma atraente para o consumidor conectado, o que inclui mostrar as vitrines, o ambiente da loja e detalhes dos produtos. O formato lembra muito aqueles programas de venda pela TV, no estilo Shoptime. 

Por ser ao vivo, o shop streaming tem a vantagem de permitir uma interação em tempo real com o público, gerando mais engajamento e humanização para a sua marca.

Apesar de ainda pouco utilizadas no varejo brasileiro para vendas diretas, muitas empresas já utilizam essas estratégias para chamar a atenção do público quando lançam uma nova coleção, iniciam uma grande campanha promocional ou em datas comemorativas.

Para tornar essa modalidade de compra ainda mais atraente, sua loja pode criar ofertas-relâmpago durante a transmissão ou convidar influenciadores para participar das lives, desde que eles tenham a ver com o perfil do seu público.

4. Fashion delivery

A necessidade de fazer compras em casa, principalmente em tempos de isolamento social, acabou gerando um problema para as lojas que trabalham com artigos de moda e vestuário. Afinal, muita gente só compra esse tipo de produto se puder experimentar antes.

Essa situação fez com que o modelo de fashion delivery ganhasse cada vez mais destaque por possibilitar ao consumidor fazer isso sem sair de casa.

Por meio de uma plataforma online, o cliente fornece informações básicas para a loja, incluindo suas preferências de estilo, cores, tamanhos etc. 

De posse desses dados, a loja faz uma seleção personalizada e envia diversas opções de produtos até a residência do consumidor, que tem geralmente até 24 horas para decidir com que peças deseja ficar.

Nesse meio tempo ele pode ter a assistência de uma consultora da loja ou então escolher sozinho, com toda calma, combinando as peças com itens do seu acervo pessoal.

5. Compre online, retire na loja

Em diversos países, a sigla BOPIS (Buy On-line, Pick up In-Store) já faz parte do dia-a-dia de muitos varejistas. Ela significa exatamente “compre online, retire na loja”. 

Dentro de uma estratégia multicanal, esse conceito implica em integrar o canal físico e o virtual para oferecer este benefício aos seus consumidores, que ganham mais comodidade para escolher os produtos e ainda economizam no custo da entrega.

Para o lojista, a principal vantagem é trazer o cliente virtual até o ponto de venda, onde ele pode ser impactado por alguma oferta ou ação de marketing que o leve a fazer novas compras. 

Por isso, investir na experiência da loja física deve ser um importante complemento para quem pretende seguir essa tendência. 

6. Ship from store (SFS)

Para proporcionar mais agilidade na entrega das compras feitas remotamente (seja por telefone ou pela internet), redes de maior porte passaram a usar os estoques das suas lojas físicas para distribuir produtos vendidos virtualmente.

O modelo Ship from Store (SFS) leva em conta o endereço do destinatário para localizar o estoque mais próximo que possa atendê-lo com agilidade, não importa se a mercadoria será entregue em casa ou retirada no ponto de venda. 

Como se pode imaginar, para ter um serviço como esse na sua loja é fundamental contar com um sistema de tecnologia da informação (TI) capaz de cruzar os dados de localização do cliente com os endereços das lojas ou depósitos.

Investir no modelo SFS pode reduzir os riscos relacionados a falhas no processo de entrega, gerando menos desperdício para a loja e aumentando a satisfação do cliente.

7. Crediário digital

Com a evolução da tecnologia, até mesmo uma das formas de pagamento mais tradicionais do comércio brasileiro ganhou uma nova cara, agregando vantagens para o consumidor e para o lojista.

Com o apoio de empresas especializadas na gestão de crediário, os lojistas agora podem vender a prazo por meio de um aplicativo de celular que promete aposentar o antigo carnê de papel.

Com o crediário digital o cliente pode conferir como estão seus pagamentos, consultar limites, ser avisado do vencimento das parcelas e participar de promoções exclusivas, além de ter um canal de contato exclusivo para eventuais renegociações. 

Para o lojista, o aplicativo permite divulgar facilmente os canais da loja nas redes sociais e no WhatsApp, estreitando o relacionamento com o cliente.

Outra vantagem é a possibilidade de assinatura digital do “carnê”, o que aumenta a segurança no crediário e melhora a rotina de autenticação das vendas. Basta o cliente fazer a leitura de um QR Code no balcão da loja ou mesmo em casa para a autenticar a compra imediatamente. 

No mercado brasileiro, empresas como Servipa e Tidas são pioneiras nesse modelo e estão prontas para ajudar você a implantar o crediário digital na sua loja.

Publicado por: Milton Goetten de Lima